domingo, 18 de novembro de 2007

Internautas têm em média 6,5 senhas

Hoje, são raras as operações - no trabalho, nas comunicação, com dinheiro, ou relacionamentos - realizadas com sucesso sem a senha certa para cada uma delas.

Conseqüência quase inevitável da digitalização da vida, cada usuário da rede possui em média 6,5 senhas e 25 contas que requerem essas senhas, segundo um estudo da Microsoft sobre hábitos na internet.

Outra pesquisa feita pela empresa americana de segurança tecnológica RSA relata que 36% dos funcionários de empresas têm de administrar entre seis e 15 senhas, e 82% deles se dizem frustrados por não conseguirem administrar direito esses códigos todos.

Pois atire a primeira tecla aquele que nunca perdeu a sua. A comunidade "esqueci minha senha de novo", criada pelo designer Roberto Carlos Zamariola, 37, no Orkut, tem cerca de 1.300 esquecidos que trocam dicas para evitar o problema.

"Não imaginava que tanta gente tinha o mesmo problema", diz Roberto.

O inferno são as senhas

E nas costas de quem esse exército do "deu branco" pode jogar a culpa? "O que faz crescer o uso das senhas, em um mundo centrado na internet, é a importância da informação, que pode valer mais do que o dinheiro. Assim como preciso de senha para acessar meu dinheiro no banco, preciso também de uma chave para minhas informações", diz o coordenador do curso de Ciência da Computação da PUC-SP, Daniel Couto Gatti, com "mais de 30 senhas" declaradas.

Nem a sumidade da memória no Brasil, o coordenador do Centro de Memória da PUC-RS, Iván Izquierdo, 70, escapa dessa maldição. Para ele, é impossível decorar seqüências aleatórias sem escrever, por isso prefere anotar os cerca de 40 códigos que precisa usar todos os dias. Quando isso não acontece, Izquierdo recorre sem pestanejar à ferramenta dos sites que devolvem ao usuário esquecido a informação perdida.

Segundo Paulo Bertolucci, professor de neurologia do comportamento da Unifesp, decorar é possível desde que sejam criadas estratégias que relacionem as senhas a informações conhecidas. "A memória é associativa. São poucas e invejáveis as pessoas que conseguem decorar longas séries de números ao acaso."

Esqueci a minha senha

Milhares de combinações que se perdem todos os dias. É difícil estimar quantas são, mas no call-center do provedor UOL, por exemplo, das 500 mil ligações mensais recebidas, de 35 mil a 50 mil são de usuários que perderam suas senhas.

No Terra, as ligações para troca de senhas somam 62 mil por mês, 12% do total de atendimentos. A maioria por esquecimento. Nos portais iG, iBest e Br Turbo, em setembro foram registradas 7.549 reclamações referentes a senhas e, em outubro, 5.317. Entre elas, 80% se resumiam ao "esqueci a minha senha".

Para evitar fundir a cuca com a profusão de sites, e-mails, aplicativos de computador e serviços bancários que exigem códigos de acesso, a maioria das pessoas constrói uma associação sentimental para a combinação numérica, acreditando que assim possa ser fácil lembrar.

Uma pesquisa da Universidade do Estado de Wichita (EUA) mostrou que 54,9% das pessoas usam palavras com significado pessoal, como os nomes de seus filhos, pets ou ruas, enquanto 49,8% usam números significativos como aniversários ou números de telefones.

Exatamente o contrário do que recomendam os especialistas. "Por "forte", entende-se uma senha que não tenha relação direta com os dados da pessoa: idade, nascimento, nome de trás para frente e outras coisas meio bobas assim", afirma Demi Getschko, professor do curso de Ciência da Computação da PUC-SP.

Pena que as senhas consideradas fortes ou seguras são também as mais difíceis de decorar. As melhores seriam aquelas formadas por números, letras e sinais escolhidos aleatoriamente. Nos bancos, como as senhas eram limitadas a números, foram criadas novas formas de proteção, como os cartões com chaves de segurança e os chaveirinhos de senhas, os tokens (dispositivo eletrônico que gera novas combinações de senhas em questão de segundos).

Mesmo com toda a precaução, às vezes é impossível evitar uma invasão. A atriz Leandra Leal, 25, cuida para não criar senhas óbvias ("não uso data de aniversário") e não acessa computadores públicos. Ainda assim, há dois anos recebeu uma ligação do banco querendo saber se estava fazendo a limpa na própria conta. "Rolou um vírus no meu computador. E então eles descobriram um hacker, que deve ter roubado minhas senhas, e estava rapando a minha conta."

Infância eletrônica

Se proteger o computador não é tão fácil, decorar é mole para Leandra, assim como para o colega Caco Ciocler, 33, que acha mais simples gravar números do os que textos da novela. O ator, ex-estudante de engenharia, tem até uma regrinha para guardar senhas.

"Faço uma matemática. Escolho uma data e em um número somo tanto, no outro multiplico outro tanto... É quase uma equação." A cabeça boa só não funciona na hora de decorar nomes ou as histórias dos filmes que acabou de ver. "Gasto tanto espaço com senhas e números que não sobra para o resto."

Na prática não é bem assim. Para quem acha que tanta informação não vai caber no cérebro, é preciso entender que há vários tipos de memória. Há uma memória de trabalho, que guarda informações por poucos segundos. A de curta duração fica por cerca de seis horas e a de longa duração pode durar décadas. Há também memórias que desaparecem por falta de utilização.

As informações que recebemos através dos sentidos são armazenadas em redes formadas por neurônios de diferentes regiões do cérebro. Cada rede corresponde a uma memória. E a capacidade de combinação entre essas conexões é infinita.

Ao mesmo tempo, é possível dizer que a memória ocupa espaço, pois há um número limitado de circuitos neuronais disponíveis. Ou seja, o cérebro precisa perder informações para ganhar outras.

Abre-te sésamo do mundo moderno, as senhas ainda devem fazer parte (chata) de nossas vidas por muito tempo. A biometria (controle de acesso por características físicas como impressão digital ou íris) ainda é um futuro distante, dizem os especialistas.

"Estamos na idade da pedra digital e as senhas são fruto da nossa infância eletrônica", decreta o professor Wilson Vicente Ruggiero, diretor do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da USP. Por um bom tempo, então, códigos pessoais serão objeto de desejo tanto de hackers como de namoradas e namorados ciumentos.

Gabriela de Araújo, 11, acaba de trocar a senha do Orkut, que uma amiga descobriu "pra ficar bagunçando". Agora, digita as senhas com uma mão enquanto tapa o segredo com a outra.

Tem medo de ter a senha seqüestrada de novo, mas ela mesma já tentou roubar a do irmão "pra saber se ele tá namorando".

À turma de Gabriela, vítima de gaiatos tecnológicos, podem cair bem as recomendações lançadas pela Universidade de Michigan, nos EUA, que indica aos seus estudantes um mandamento básico para manter o que se deseja - conta bancária ou vida amorosa - em sigilo.

"Trate as senhas como a sua roupa de baixo: não empreste para os amigos, não deixe largada por aí e troque sempre que possível."

Fonte: Adriana Küchler da Revista da Folha / Colaborou Gustavo Fioratti

Números de cartões de crédito e contas bancárias são principais informações à venda na Web

Números de cartões de crédito e de contas bancárias são as principáis informações à venda em servidores informais, usados por criminosos e para vender dados roubados. Eles respondem, respectivamente, por 22% e 21% do total e são comercializados por valores que vão de US$0,50 a US$ 5, no caso de cartões de crédito, e US$ 30 e US$ 400, para contas bancárias.

As informações são parte de uma pesquisa da empresa de segurança Symantec, que apurou dados durante o primeiro semestre deste ano.

Outras informações vendidas no mercado ilegal são senhas e endereços de e-mail, número de seguro social e proxies, por exemplo. Na primeira metade deste ano, de acordo com a Symantec, havia anúncios de 8.011 cartões de crédito para troca em servidores informais, 85% deles tinham sido emitidos por bancos nos Estados Unidos.

Os EUA foram o principal país em número de servidores informais no período, respondendo por 64% do total. Em segundo lugar aparece a Alemanha, com 12%, e em terceiro a Suécia, com 9%.

Fonte: WNews

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

As 10 maiores gafes tecnológicas

Empresas e personalidades do mundo de TI não estão imunes a vexames públicos.

Acompanhe 10 momentos selecionados pela CW americana entre esses episódios constrangedores

Todos nós já passamos por momentos dolorosamente constrangedores. Falamos algo impróprio em voz alta em uma festa e, de repente, a sala inteira fica em silêncio e nos encara. Ou abotoamos a camisa de forma errada e levamos metade do dia para descobrir por que as pessoas estão olhando e achando graça. Coisas deste tipo.

Para a maioria de nós, estes momentos mortificantes passam rápido. Mas, quando eles ocorrem no mundo inexoravelmente conectado da tecnologia, se espalham pela internet como um resfriado que se recusa a ir embora.

Conheça os nossos candidatos (sem uma ordem específica) aos 10 momentos mais mortificantes da história da tecnologia. Não se tratam de decisões de negócio erradas, nem de lançamentos de produtos de má qualidade.

Mais exatamente, são incidentes em que um constrangimento profundo de pessoas ou empresas estava – ou deveria estar – na ordem do dia. Momentos em que o mundo da tecnologia pára e olha.

E os indicados são...

Vamos iniciar nossa lista com os momentos mortificantes da Microsoft. Por onde começar?

Houve a época em que Bill Gates fez tanta confusão no julgamento antitruste do Departamento de Justiça versus Microsoft que o juiz até riu. E também o dia em que Gates, ao demonstrar o Windows Media Center, não conseguiu fazer um controle remoto funcionar enquanto Conan O'Brien dava explicações.

Que tal a foto de um Bill muito jovem recostado em um monitor com um olhar lânguido? Para nossa competição, porém, aqui vão os três momentos mais constrangedores da Microsoft:

1. Bill Gates vê a tela azul da morte

O Windows 95 tinha uma interface bem mais agradável do que seu predecessor, o Windows 3.1, mas não era muito rico em recursos, nem muito estável. A Microsoft prometeu que o Windows 98 seria muito mais sólido.

Porém, deveríamos ter percebido o que o futuro reservava a este sistema operacional quando a apresentação de Gates na Comdex Spring, em 1998, foi seriamente comprometida, resultando em uma tela azul da morte (Blue Screen of Death - BSOD) pública.

2. Monkey Boy enlouquece

Bill Gates pode ser o visionário por trás da Microsoft, mas o CEO Steve Ballmer há muito tempo é o terno por trás desta visão. O que deu neste bilionário para subir no palco e dançar feito um macaco em um encontro para funcionários em 2001?

Estaria tentando mostrar que era mais engraçado do que Steve Jobs? Oi foi o estresse do trabalho? Estaria freqüentando alguma seita? Talvez nunca venhamos saber.

3. O Vista tem problemas de reconhecimento de fala

Bill Gates previu que um dia o reconhecimento de fala se igualaria ao uso do teclado como técnica de entrada de dados. Mas tudo indica que ainda temos um longo caminho a percorrer. Raras vezes a tecnologia esteve em situação tão ruim quanto na apresentação tenebrosa da funcionalidade de reconhecimento de fala do Windows Vista em 2006, quando praticamente cada palavra dita por um executivo da Microsoft apareceu errada na tela.

Gates e companhia exageraram na dose de erros constrangedores, mas vamos parar de criticar a Microsoft. Para sermos justos, muitas outras empresas também fizeram demonstrações desastrosas, incluindo a ultramoderna Apple e seu líder Steve Jobs. E as demonstrações são só o começo – há muitos outros momentos extremamente embaraçosos na arena da tecnologia, como mostra o resto da nossa lista.


4. Executivo da IBM infla currículo

O mandato de Jeff Papows como diretor da divisão de desenvolvimento Lotus da IBM foi bem-sucedido da perspectiva do negócio, mas em 1999 descobriu-se que ele tinha falsificado seu currículo e feito declarações nada confiáveis a colegas de trabalho ao longo dos anos. Ao invés de fuzileiro naval e heróico piloto de combate, foi controlador de tráfego aéreo assistente. Ao invés de Ph.D. de uma prestigiosa universidade, graduou-se através de uma escola por correspondência. E nem era órfão, no final das contas.

Papows não se deixou constranger publicamente, alegando que os erros não passavam de fofoca de corredor que tinha assumido vida própria. E a IBM também não se mostrou particularmente mortificada, permitindo que Papows permanecesse no cargo até sair em 2000 para comandar uma start-up na internet.

5. Faturas do iPhone matam árvores

Se o iPhone tivesse sido lançado há alguns milhares de anos, teria entrado na capital do país em uma liteira e as pessoas ao longo do caminho teriam se prostrado diante dele.

Felizmente para quem se rebela contra este tipo de pompa, a Apple também passou por momentos constrangedores, como quando eliminou o modelo de 4GB e baixou o preço do modelo de 8GB em 200 dólares apenas dois meses depois que os celulares tinham sido lançados. Até mesmo seus jovens e ardentes fãs empregaram um linguajar tão surpreendentemente ácido que a Apple concordou em dar aos usuários pioneiros um crédito de 100 dólares.

Mas o momento mais embaraçoso do iPhone pode ser creditado à AT&T, operadora de telefonia móvel norte-americana com quem a Apple assinou contrato. Em agosto último, por causa do processo de faturamento extraordinariamente detalhado da empresa, alguns usuários receberam contas com dezenas ou até centenas de páginas, como mostrou o vídeo da blogueira Justine Ezarik abrindo uma conta de 300 páginas. (Veio em uma caixa.)

Sem de fato admitir o constrangimento, a AT&T disse que começaria e enviar contas mais enxutas aos usuários do iPhone.

6. Jovem burla filtro antipornografia

Obviamente, é uma boa idéia proteger nossas crianças da pornografia e de outros elementos desagradáveis encontrados na internet. Quem poderia criticar o governo australiano pelo projeto de fornecer um filtro antipornografia aos pais?

O problema foi que o software, disponibilizado em agosto deste ano, custou 84 milhões de dólares australianos e um adolescente de 16 anos residente em Melbourne, Tom Wood, desativou-o em cerca de 30 minutos. Avaliação do jovem Tom: “Foi um terrível desperdício de dinheiro”.

Uma autoridade federal replicou que o governo sabia o tempo todo que algum jovem acabaria burlando o sistema e que “investigar o problema é prioridade para o fornecedor”.

7. Sony viola PCs de clientes

Os céticos vão dizer que a indústria fonográfica é paranóica e está demorando a entrar na era digital. A indústria insiste que apenas tenta garantir que seus artistas sejam devidamente remunerados.

A Sony BMG, porém, deu uma demonstração clara de paranóia em 2005 quando, em nome da proteção contra cópia, inseriu software rootkit invasor em estimados 15 milhões de CDs de música de mais de 100 artistas.

Quando o usuário colocava o CD no drive do PC, o software era instalado automaticamente no computador sem seu conhecimento. Este sistema podia até proteger contra cópia, mas também deixava o computador vulnerável a diversos tipos de spyware, malware e outros aborrecimentos.

Muitos usuários e estados norte-americanos processaram a Sony, que desembolsou uma boa soma para liquidar a questão. Mas a empresa não se mostrou muito constrangida – repetiu a façanha recentemente, desta vez inserindo rootkits em drives USB que estava vendendo.

8. Repórter de tecnologia mostra demais

Muitos de nós já tivemos o pesadelo de ficarmos nus em público. Quando isso acontece com alguém, a única coisa a fazer é lamentar, como aconteceu, de certa forma, com a repórter Cat Schwartz, da TechTV, em 2003.

O detalhe importante da história é que Schwartz pediu a um fotógrafo que tirasse fotos provocantes dela. As fotos foram feitas quando estava sem blusa e sem sutiã. Schwartz fez cortes para que as fotos ficassem mais discretas e postou-as na internet.

Mas o problema foi que Schwartz não percebeu que o Photoshop, ou talvez a própria câmera, incluiu a imagem original como um preview visível da imagem cortada. Este erro se espalhou pela web rapidamente, dando a Cat Schwartz 15 minutos adicionais de fama ou, pelo menos, de vergonha.

9. Prole da Agência de Segurança Nacional prejudica internet

Vamos dar uma volta pela Rua da Lembrança, 1988. Nesta época, as ameaças à segurança começavam a se tornar conhecidas, mas ainda não havíamos atingido nosso estágio hiper-vigilante atual. Foi quando um aluno da Universidade de Cornell, Robert Morris, Jr., liberou o que muitos consideraram o primeiro grande worm a se disseminar via internet. De acordo com Morris, foi um exercício relativamente inocente.

O chamado worm Morris derrubou boa parte da internet. Nestes tempos, a internet era uma rede relativamente pequena e ainda bastante restrita a acadêmicos e militares, por isso o worm não provocou tanto estrago quanto provocaria hoje. Mesmo assim, causou um prejuízo estimado de 15 milhões de dólares. Morris pediu desculpas por liberar o worm, foi condenado e recebeu sursis.

Agora, a parte verdadeiramente constrangedora: o pai de Morris, Robert Sr., era um conhecido e conceituado especialista em segurança da Agência de Segurança Nacional. Mas, apesar de ter ficado visivelmente constrangido na ocasião, o pai de Morris deve ter sentido orgulho do seu descendente, que agora é professor do MIT.

10. Quase todo mundo dá uma polida nos seus textos na Wikipedia

O que a Microsoft, o Vaticano, o FBI, a Al Jazeera, a Exxon Mobil e a Amnesty International têm em comum? Estas e muitas outras organizações conhecidas foram responsabilizadas por alterar entradas na Wikipedia que não as favoreciam.

A prática foi descoberta no início do ano graças ao programa WikiScanner, desenvolvido por Virgil Griffith, estudante de pós-graduação do California Institute of Technology (CalTech). O WikiScanner é capaz de detectar as origens de alterações feitas na enciclopédia online editada por usuários. O programa descobriu que muitas pessoas e organizações editam a Wikipedia de acordo com sua conveniência. Neste caso, há muito motivo para constrangimento.

Em MaltaStar.com existe uma boa lista de quem mudou o quê. A Wired também mantém uma lista contínua de edições, que conta com a colaboração de usuários.

Fonte: David Haskin-Computerworld, EUA

sábado, 10 de novembro de 2007

As "Tropas de Elite" no mundo

Depois do lançamento (e sucesso) do filme "Tropa de Elite", as atenções foram todas voltadas para os grupos táticos de repreensão à violência do mundo todo.
Conheça as principais "Tropas de Elite" espalhadas pelo mundo:


1- SWAT (EUA)

Nome completo: Specials Weapons and Tatics

Criado em: 1967 (Los Angeles)

O que é: unidade especial da polícia norte-americana.

Especialidade: Atuavam efetivamente nos guetos, mas hoje o grupo é especializado no combate ao terrorismo e atentados em escolas.

Destaque: seus integrantes já receberam centenas de comendas, citações e prêmios por heroísmo na linha de combate.

B.O.: os caras são meio folgados. Em 2003, atenderam 255 ocorrências. Ou seja, 110 dias de tranqüilidade.

Multimídia: além da clássica série de TV dos anos 70, que rendeu um filme em 2003, a SWAT inspirou videogames, reality shows, brinquedos e um quadro clássico no extinto programa "Os Trapalhões", da Globo.

2- YAMAN (Israel)

Nome completo: Yehidat Mishtara Meyuhedet (unidade policial especial, em hebraico)

Criado em: 1974

O que é: unidade especial da polícia civil israelense

Especialidade: operações de resgate de reféns e ofensivas anti-terror em áreas civis.

Destaque: diferentemente da maioria das tropas de elite policiais, eles recrutam seus agentes nas forças armadas.

B.O.: acusados de matar muita gente nas ações. Pergunte aos palestinos o que eles acham do grupo.

Multimídia: seus soldados popularizaram uma arte marcial chamada Krav Magá.

3- BOPE (Brasil)

Nome completo: Batalhão de Operações Policiais Especias

Criado em: 1978

O que é: divisão especial da polícia do Rio de Janeiro.

Especialidade: incursão, patrulha e combate ao crime em favelas, muitas vezes com o veículo blindado conhecido com Caveirão - o nome oficial é Pacificador.

Destaque: um membro da Guarda Nacional dos EUA fez curso no Bope e disse que "nossas tropas no Iraque deviam aprender com eles."

B.O.: ONGs atribuem ao Bope um grande número de mortes civis e abuso dos direitos humanos.

Multimídia: o livro "Elite da Tropa" que detalha o dia-a-dia do Bope, virou Best-seller e inspirou o filme "Tropa de Elite", maior sucesso das bancas de camelô e do cinema brasileiro em 2007. Além de inspirar vários funks cariocas, seu símbolo (uma caveira com uma faca enfiada e duas pistolas) virou moda.

4- GIGN (França)

Nome completo: Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale

Criado em: 1974

O que é: o principal elemento de luta contra o terrorismo da França com base perto de Paris em Satory.

Especialidade: As suas regras de funções são alteradas com regularidade. Podem ser operações contra criminosos civis, enquanto outras pode ser ter que negociar com violentos terroristas.

Destaque: Foi criado em 1974, não somente por causa do incidente dos Jogos Olimpícos de Munique em 1972, mas em grande parte em resultado o que se passou na embaixada da Arábia Saudita em Paris em 1973.

B.O.: também culpado por mortes de civis.

Multimídia: Os GIGN é geralmente olhado como tendo alguns dos melhores treinos de tiro no mundo. Esta é a razão porque muitas unidades de contra-terrorismo no mundo tem programas de intercâmbio com o GIGN e são constantemente citados na TV.

Ainda podemos destacar as seguintes tropas de elite:

5 - OMON (Rússia)

6 - SDU (Hong Kong)

7 - CO19 (Inglaterra)

8 - GSG9 (Alemanha)

9 - STF (África do Sul)

10- SWCU (China)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Rosto de múmia de Tutancâmon é revelado no Egito

Imagem do rosto do faraó-menino foi revelada pela primeira vez neste domingo.
(Foto: AFP)

Faraó tinha nariz chato, os dentes pronunciados e a cabeça redonda.
Múmia foi transferida para urna transparente.

A múmia do faraó Tutancâmon foi tirada de seu sarcófago e revelada ao público pela primera vez na história neste domingo (4) na cidade de Luxor, no Egito.

A partir de agora, a múmia ficará em uma urna transparente, protegida da poeira, da umidade e com controle de temperatura.

"Com a colocação da múmia na urna, mandamos o rei dourado à vida eterna", disse Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antigüidades egípcio e patrocinador deste projeto.

A múmia do "faraó-menino" tem o nariz chato, os dentes pronunciados e a cabeça redonda, segundo puderam constatar a mídia internacional reunida para assistir à transferência histórica. Este domingo marca o aniversário de 85 anos da descoberta da múmia pelo arqueólogo britânico Howard Carter.

Várias televisões gravaram o momento da transferência e um telão situado fora da câmara mortuária mostrou as imagens. A cerimônia foi reservada à imprensa. O grande público terá de esperar até segunda-feira (5) para ver o faraó mais famoso da história.

Arqueólogos retiram tecido que envolvia múmia do faraó-menino e revelam seu rosto. Público terá acesso à nova urna, que é transparente, a partir de segunda-feira (5).

Arqueólogos retiram tecido que envolvia múmia do faraó-menino e revelam seu rosto. Público terá acesso à nova urna, que é transparente, a partir de segunda-feira (5). (Foto: AP)

Fonte: G1

domingo, 4 de novembro de 2007

Responda o Quiz sobre carros no cinema

Teste seus conhecimentos sobre os veículos que brilharam na tela.
Teste inclui também carros de séries da televisão.


Você assistiu à trilogia "De volta para o futuro"? Sim? Então deve saber qual é a marca do carro que leva o ator Michael J. Fox em uma viagem pelo tempo. E qual era o nome da "Supermáquina", clássica série da tevê nos anos 80? E o número de corrida do fusquinha Herbie?

Teste seus conhecimentos sobre cinema e carros fazendo o quiz. CLIQUE AQUI.

Fonte: G1

Carta da Segunda Guerra chega com 64 anos de atraso

Soldado japonês enviou cartão-postal em fevereiro de 1943 e morreu em 1944.

Amigo, hoje com 80 anos, recebeu a correspondência graças a um aluno de intercâmbio.

Uma correspondência enviada por um soldado japonês de um campo de batalha na Birmânia (atual Mianmar) durante a Segunda Guerra Mundial chegou só agora ao destinatário, 64 anos depois do envio. E isso graças a um programa de intercâmbio que uniu um estudante japonês à família de um ex-combatente americano.

Durante todos esses anos, a carta viajou por Nagasaki, Arizona e Havaí até encontrar Shizuo Nagano, de 80 anos, em Kochi, no sul do Japão. O postal foi escrito por Nobuchika Yamashita, que trabalhava com Nagano em uma loja antes de ir para a guerra.

O cartão-postal foi entregue a Nagano pelo estudante universitário Yuko Kojima, de 20 anos, na semana passada. Yuko acabava de voltar do programa de intercâmbio no Havaí.

"Nunca imaginei encontrá-lo de novo dessa forma", disse Nagano sobre o amigo após receber o postal. "É como um sonho."

O cartão, datado de 16 de fevereiro de 1943, mostra a foto colorida de uma fazenda, com trabalhadores montando cavalos para cultivar os campos. Montanhas com neve no topo estão ao fundo.

"Sr. Nagano, há quanto tempo", escreveu Yamashita no cartão. "Deve estar frio ainda. Por aqui, o clima está como em julho ou agosto no Japão."

O soldado morreu em novembro de 1944, aos 23 anos.

Fonte: G1