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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Turista fotografa 'fantasma' de padre morto no século 16

Russa de 21 anos diz que tomou o maior susto quando fez o download das fotos.

Ela jura que não havia ninguém na frente da câmera naquele momento.


Reprodução do jornal 'The Sun' mostra a reportagem

A turista russa Olga Chtalova declarou ao jornal britânico "The Sun" ter tomado o maior susto de sua vida ao fazer o download das fotos que tirou durante suas férias na Inglaterra. Ela não tem dúvida de que, no meio de uma das fotos, aparece o fantasma de um padre do século 16 caminhando pela catedral de Saint Paul.

A moça, de 21 anos, afirma: "Não pude acreditar quando vi a foto no computador. Claro que é um fantasma. Não havia ninguém na minha frente quando tirei a foto". A imagem a que ela se refere é embaçada e lembra um casal de idosos em movimento. A reportagem do "The Sun" não esclarece como ela reconheceu no vulto a imagem de um padre que morreu há centenas de anos.

Olga visitou a famosa catedral de Londres no mês passado. Ela viajou à Inglaterra para visitar um amigo.

Fonte: G1

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Após suspeita de erro, físicos voltam a estudar a idade do Santo Sudário

Laboratórios investigam contaminação que poderia ter alterado idade da 'mortalha'.

Livro que acaba de chegar ao Brasil defende origem 'fotográfica' da imagem.

A imagem em negativo, de corpo inteiro, do homem do Sudário (Foto: Divulgação)

A obsessão pela relíquia mais controversa da cristandade acaba de voltar aos laboratórios. Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e do Turin Shroud Center, nos Estados Unidos, estão investigando a possibilidade de uma contaminação rara no Santo Sudário, a mortalha de linho que supostamente teria envolvido o corpo de Jesus Cristo após sua morte na cruz. Se tal contaminação ocorreu mesmo, a idade do Sudário estimada pela datação com carbono-14 - apenas uns 700 anos, indicando que o pano é uma fraude medieval - estaria incorreta.

A nova bateria de testes é uma prova de como a imagem enigmática do Sudário continua fascinando cientistas e leigos, exatos 20 anos depois do suposto teste definitivo de sua autenticidade - no qual a mortalha acabou não passando. E também mostra como é difícil um estudo objetivo do artefato: é quase impossível encontrar uma visão científica consensual sobre o pano, com acusações de má-fé feitas tanto por defensores quanto por detratores da relíquia.

Caso se trate mesmo de uma falsificação, também não há uma explicação universalmente aceita de como ela teria sido criada. Um livro que acaba de chegar ao Brasil defende a tese de que se trata de uma espécie de fotografia primitiva, usando uma argumentação interessante, mas força a barra ao atribuir a obra a ninguém menos que o personagem favorito das teorias da conspiração, o gênio Leonardo da Vinci.

Carbono-14

O teste original da idade do Santo Sudário, hoje abrigado na Catedral de São João Batista em Turim (Itália), aparentemente seguiu à perfeição as exigências do método científico. Três grupos diferentes - da Unidade de Acelerador de Radiocarbono de Oxford, da Universidade do Arizona (EUA) e do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça - receberam amostras da borda do pano, longe da imagem, e as submeteram à datação por carbono-14.

Nesse tipo de teste, estuda-se o desaparecimento gradual dessa forma radioativa e instável de carbono. O carbono-14 é absorvido por todos os seres vivos - inclusive as plantas usadas para fazer o linho do Sudário - durante seu metabolismo. Quando morrem, todos possuem uma proporção parecida de carbono-14 em suas moléculas, e essa proporção decai a uma taxa fixa ao longo do tempo. Com isso, a idade de qualquer amostra de matéria orgânica pode ser estimada.

Ora, os três laboratórios obtiveram resultado parecido: o pano teria sido tecido entre os anos 1260 e 1390, no final da Idade Média. No entanto, John Jackson, do Turin Shroud Center, propõe que o Sudário pode ter sido contaminado por monóxido de carbono (CO), uma molécula na qual o carbono-14 aparece em proporções anormalmente altas.

Possível, mas não provável

"Uma quantidade relativamente pequena de monóxido de carbono, equivalente a uns 2% do carbono no linho [do Sudário], seria o suficiente para alterar a idade da amostra em cerca de mil anos", declarou em comunicado oficial o diretor da Unidade de Acelerador de Radiocarbono de Oxford, Christopher Ramsay. "Estamos colaborando com a equipe de John Jackson para verificar as taxas de reação [do CO com o pano]."

Ramsay, no entanto, lembra que nenhuma amostra datada por carbono-14 até hoje apresentou esse tipo de problema, graças principalmente à pequena quantidade do monóxido de carbono na atmosfera. No entanto, Jackson aposta que o incêndio que quase destruiu o pano no século 16 poderia ter criado as condições necessárias para o suposto erro de datação.

"A equipe de Jackson ainda não conseguiu replicar essas condições, mas continua sendo possível, embora não muito provável, que futuros experimentos comprovem a idéia deles", afirma Ramsay. Os laboratórios estão realizando experiências para tentar verificar se, em alguns contextos, a absorção maciça de CO pelo tecido acontece mesmo.

Leonardo da Vinci?

Enquanto os físicos britânicos e americanos tentam entender os dados contraditórios, o livro "O Sudário de Turim", dos escritores britânicos Lynn Picknett e Clive Prince, apresenta uma mistura curiosa de análise científica e muita imaginação para explicar as anomalias encontradas na imagem. Na obra, recém-lançada no país, a dupla argumenta que o Sudário é um auto-retrato fotográfico de Leonardo da Vinci, feito provavelmente em 1492.

Leonardo da Vinci: o autor da 'fotografia' do Sudário? (Foto: Reprodução)

Apesar da tese aparentemente fantasiosa, os dois apresentam um bom resumo das controvérsias científicas em torno da misteriosa mortalha. Um dos problemas é que muitos dos pesquisadores envolvidos no estudo do Sudário nos anos 1970 e 1980 eram católicos fervorosos, tendendo a ver o pano como a "prova física" da ressurreição de Jesus. Por isso, todas as supostas provas de autenticidade da imagem são contestadas.

Dois trabalhos famosos, por exemplo, disseram ter achado pólen de plantas que só crescem juntas durante a primavera da Palestina em meio ao Sudário, o que provaria sua origem em Jerusalém, onde Cristo foi crucificado. No entanto, botânicos independentes afirmam que mesmo os melhores microscópios não permitiriam uma identificação tão precisa das espécies de plantas.

O mesmo vale para os supostos traços de sangue - classificado como pertencente ao tipo AB - na mortalha. Alguns cientistas argumentam que, na verdade, há ali resquícios de corantes usados por artistas medievais, como o ocre vermelho. Para piorar, o pano parece ter sido extensamente manuseado ao longo dos séculos, o que permitiria a contaminação por pólen, DNA e até sangue estranhos ao "dono" original do Sudário.

Perfeito, mas nem tanto

Para completar, a imagem mostra detalhes incrivelmente realistas de ferimentos de chibatadas, de lança - a mesma que teria perfurado o tronco de Jesus e feito escorrer "sangue e água", de acordo com o Evangelho de João - e marcas da crucificação. Aliás, a marca do cravo que teria pregado um dos braços de Cristo à cruz fica não na palma da mão, mas num local preciso do pulso, que dava estabilidade ao corpo crucificado. Era assim que os antigos romanos crucificavam seus prisioneiros, mas na Idade Média - suposta data em que o Sudário foi forjado - ninguém mais sabia disso. Tanto que as imagens da época mostram Jesus pregado pelas palmas das mãos.

No entanto, o aspecto mais intrigante do Sudário é que ele parece abrigar uma imagem "fotográfica": todos esses detalhes só são vistos no negativo das fotografias tiradas dele, já que a imagem "normal" é muito tênue. Lynn Picknett e Clive Prince, os autores do livro, afirmam que isso indica uma origem fotográfica ou protofotográfica para a própria imagem.

Para comprovar isso, eles usaram substâncias e técnicas disponíveis no fim da Idade Média e na Renascença para tentar criar seu próprio "Sudário". Como pigmento sensível à luz, escolheram uma mistura de clara de ovo e sal de cromo. Usando uma câmera escura (instrumento rudimentar que inspirou as câmeras fotográficas), conseguiram projetar a imagem de um busto de gesso numa tela coberta com o pigmento. O resultado foi uma imagem do busto que tinha até o famoso "efeito de negativo" do Sudário.

Questão de fé

O ponto fraco do interessante experimento é a ligação com Leonardo da Vinci. Eles acham que o artista criou o Sudário a pedido da Igreja mas, por ser herético, quis realizar uma brincadeira blasfema contra Jesus colocando seu próprio rosto no pano, "colando-o" em cima da imagem de um cadáver crucificado. Os argumentos são circunstanciais: afinal, "só Leonardo" teria conhecimento suficiente de anatomia e óptica para bolar uma fraude tão detalhada. Além do mais, a margem de erro do teste de carbono-14 poderia, em tese, significar que o Sudário foi feito no fim do século 15.

No fim das contas, acreditar nessa tese vira quase tão questão de fé quanto acreditar na autenticidade do Sudário - a qual, é bom lembrar, não tem importância nenhuma para a fé cristã. Afinal, em nenhum lugar do Novo Testamento se diz que Jesus deixaria uma prova física de sua Ressurreição para forçar os descrentes a segui-lo.

Fonte: G1

terça-feira, 8 de abril de 2008

Marido diz que recebe 'torpedos' de mulher morta

O britânico Frank Jones afirma que sua mulher foi enterrada com o telefone celular.

'Ameaças do além' perseguem o homem há 12 anos, quando ele teve sua casa exorcizada.

O britânico Frank Jones, de 59 anos, afirma que sua mulher morta há cinco anos ainda envia mensagens de texto via celular. Nesse período, diz Jones, ele recebeu diversos torpedos estranhos que acredita serem de Sadie.

“Ela sempre carregava o celular e foi enterrada com o telefone. As mensagens têm palavras que Sadie usaria, mas não estão relacionadas a qualquer número”, afirmou o marido.

Os torpedos começaram a chegar depois de um dia que Jones chegou em casa e não quis entrar. “Meu celular indicava uma ligação perdida, mas ele não tocou. A ligação veio do telefone da minha casa, onde não havia ninguém. Quando eu entrei, senti o cheiro dos cigarros de Sadie e também de seu perfume”, contou.

Antecedentes paranormais

Segundo o site de tecnologia “Register”, que divulgou a informação publicada por um jornal local, essa não é a primeira vez que Jones passa por uma experiência ligada a assombrações.

Há 12 anos, ele solicitou que a casa onde mora fosse exorcizada. Ele e sua família ganharam atenção da mídia local na época, pois um espírito maligno chamado “A Coisa” já havia causado a mudança daqueles que viviam anteriormente no local. Os moradores -- os “expulsos” e também a família de Jones - relataram ações de “A Coisa”, como puxar suas cobertas quando eles estavam dormindo e fazer com que eles ouvissem sua “respiração”.

Fonte: G1

domingo, 7 de outubro de 2007

Lugares Misteriosos: Círculos em plantações

Há mais de 30 anos agricultores do sul da Inglaterra acordam e vêem seus campos marcados com sinais gigantes. Obra de aliens ou apenas de terráqueos muito gozadores? A história do lugar Oficialmente, os círculos em plantações começaram a pipocar no sul da Inglaterra na década de 1970. Mas existem evidências de que o fenômeno é anterior.

Em 1880, por exemplo, um cientista amador chamado John Rand descreveu os tais círculos. Durante a década de 1980, o fenômeno ganhou popularidade e começaram a surgir notícias de marcas feitas fora da Inglaterra. Só este ano, segundo o site Crop Circle Conectors, foram vistos 41 círculos no Reino Unido e outros 82 pelo mundo até o mês de agosto.

O que diz a ciência

Se uma coisa pode ser explicada de modo simples, por que recorrer a teorias fabulosas? Essa é a visão dos céticos. E de fato há uma explicação simples para os círculos. Em 1991, dois amigos, Doug Bower e Dave Chorley, admitiram que eram eles que faziam os círculos. Apreciadores de arte, com vocação para a gozação, Doug e Dave usavam cordas e madeira para criar os sinais.

A ‘pegadinha’ ganhou tanta fama que, no ano seguinte, começaram a rolar concursos para eleger os melhores fazedores de círculos...
A partir daí, o fenômeno se espalhou tanto que chegou até à publicidade. Em 2005, por exemplo, uma organização chamada CircleMakers (‘fazedores de círculos’) foi chamada pela Nike para fazer pés gigantes em plantações da Itália...

Círculos sem segredo