As comunidades virtuais também são um meio rápido, eficiente e abrangente de divulgar conceitos e preconceitos. "Ocorre nesses sites o que acontece com qualquer forma de interação social, seja ela mediada por tecnologia ou não", afirma o psiquiatra Benilton Bezerra Júnior, professor da UERJ. Exemplos de intolerância de todos os tipos são fartos no Orkut, em comunidades como "Traveco é na Facada" ou "Animais eu mato é na facada". Um dos tópicos da comunidade "Foda-se vizinho de merda" discutia o que era pior, ter um vizinho crente ou fã de funk carioca. "Os funkeiros da frente, que quando ligam o som aparece tanto preto que a minha empregada até recolhe a roupa do varal, pois acha que é arrastão!", escreveu um dos membros. "Agora tem um preto safado, macaco fedorento... pedreiro!!! Presidiário... fugitivo", escreveu uma usuária sobre outro membro participante de um fórum.
Ninguém se intimida. A antropóloga Adriana Dias, por exemplo, não teve dificuldades em encontrar quase 14 mil sites com conteúdo nazista e revisionista (negadores do Holocausto), para seu mestrado na Unicamp. Geralmente, muitos participantes se dizem alemães e arianos, mas quase ninguém prova ser descendente. "Essas pessoas construíram, socialmente, uma paranóia", afirma Adriana. "Dizem que os judeus representam uma ameaça econômica, que homens negros que aparecem na televisão mexem com a libido das mulheres e que a adoção de crianças negras e o casamento inter-racial estão levando ao genocídio da raça humana." Segundo Adriana, o fator coletivo é fundamental em tanto ódio: "Eles vão discutindo entre si e vão sendo convencidos paulatinamente que os negros e judeus querem tomar seu lugar na sociedade", diz.
Para a psicanalista Fani Hisgail, da PUC de São Paulo, pessoas que se comportam dessa maneira e chegam a incitar a morte de outro grupo estão à margem do código social e da ética. "Elas desejam criar conflitos, situações maléficas. São as misérias humanas", diz. Segundo Adriana Dias, elas são estimuladas pelo anonimato da rede e não têm medo de sofrer conseqüências legais. "Dizem que têm direito à liberdade de expressão." Sim, a Constituição brasileira garante esse direito. Mas proíbe o anonimato, justamente para responsabilizar quem abusa da liberdade de expressão.
Hospedeiras de comunidades virtuais como o Yahoo! e o Google (proprietário do Orkut) preferem remediar do que prevenir, atendendo a denúncias dos usuários e solicitações judiciais. Segundo o diretor de comunicação para assuntos públicos do Google no Brasil, Félix Ximenez, das 20 mil denúncias semanais, 95% são infundadas, geralmente motivadas por desafetos. Ele cita como exemplo uma denúncia contra uma comunidade sobre nazismo. "Mas era um grupo que debatia o tema, havia mais opiniões negativas em relação ao nazismo do que positivas." A comunidade foi mantida.
Prosseguindo minhas pesquisas pelo lado sombrio da rede, entrei em uma sala de bate-papo de um grande portal brasileiro, em um grupo para usuários de 15 a 20 anos. Logo de cara se percebe que sexo é o tema predominante. Fui chamada várias vezes e comecei a conversar com um usuário que se dizia um homem de 22 anos. "Ei, gatinha, vamos pro MSN agora, curtir algo mais quente pela webcam. Que tal, você topa?", perguntou. Eu disse que tinha 12 anos, mas meu interlocutor não se intimidou. "Curte falar de sexo?", continuou. "Sou tímida", recuei. "Já fez sexo?", ele insistiu. Respondi que não e perguntei se não me achava muito nova, mas ele insiste. "Só pra gente brincar, só matar a curiosidade. Você não tem webcam mesmo? Você me mostra algumas coisinhas, eu te mostro tudinho que você tem vontade." Não há nenhum tipo de controle: crianças de qualquer idade poderiam estar participando dessa conversa.
"O abuso não é só penetração. Um olhar lascivo pode ter um efeito devastador sobre uma criança", diz a psicanalista Fani Hasgail. "A pessoa que tem esse problema deve procurar ajuda, saber recuar frente a seu objeto de desejo." A ajuda pode inclusive surgir nas próprias redes de relacionamento. Como na comunidade "Pedofilia - Ajuda ao Pedófilo" do Orkut, moderada pela auxiliar de enfermagem e psicóloga Lidia Mara ("Brisa" no mundo virtual). "Eles se ajudam a controlar seus impulsos, pois sabem os danos físicos e psíquicos que um abuso causa em uma criança. Inclusive alguns sofreram isso na infância", disse Lidia, que ressalta que, apesar de sua formação, não atua como profissional, mas como amiga. "A comunidade é criticada abertamente por pseudo-justiceiros a fim de 5 minutos de fama. Mas em que outro local pedófilos trocam informações para não abusarem de crianças sem divulgar materiais pornográficos ou fazer apologia à pedofilia, com a segurança do anonimato e de sua integridade física?"
"Gostar sexualmente de crianças afeta drástica e permanentemente a sua relação social", me confidenciou "Johnnie", 23 anos. Ele diz ter começado a perceber que gostava de meninos mais novos aos 14 anos, quando arrumou a primeira namorada. Mas enfatiza que o sentimento é platônico. "As comunidades fazem um papel importante no combate. Uma vez que um pedófilo faz um amigo igual, ele passa menos tempo pensando na criança. Ninguém melhor que um pedófilo para agüentar as desilusões amorosas de outro, quando isso acontece. De outra forma, quando se unem pedófilos abusadores, você terá o encorajamento das perversidades."
Johnnie está certo. Se podem servir como terapia em grupo, as redes também são um espaço amplo para os pornógrafos, que costumam usar gírias como "pthc" (pre-teen hardcore, algo como "pré-adolescente barra-pesada", que indica fotos e vídeos de conteúdo sexual explícito) ou "hussyfan" para despistar. Normalmente fazem contato oferecendo troca de material e fornecendo algum endereço de e-mail para conversas mais privadas no MSN ou programas semelhantes. Sites de compartilhamento de arquivos também são ferramentas muito usadas. Minha persona "pedófila" só fez um contato, com um sujeito que numa comunidade disse ter fotos "pthc", mas por e-mail afirmou que "era só zoação".
CHAT E CASTIGO
Seus atos na internet podem infringir a lei
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EXEMPLO CRIME PENA
Dizer que alguém cometeu algum crime: "Ele é um ladrão"
Calúnia Artigo 138 do Código Penal (CP) |
Detenção, de 6 meses a 2 anos, e multa |
| Espalhar um boato para uma ou mais pessoas |
Difamação Art. 139 do CP |
Detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa |
| Ofender a honra, dignidade ou decoro: chamar a pessoa de "gorda", "feia", "vaca" etc. |
Injúria Art. 140 do CP |
Detenção, de 1 a 6 meses, ou multa |
| Dizer que vai "pegar" ou agredir alguém |
Ameaça Art. 147 do CP |
Detenção, de 1 a 6 meses, ou multa |
| Divulgar informação considerada confidencial, produzindo dano |
Divulgação de segredo Art. 153 do CP |
Detenção, de 1 a 6 meses, ou multa |
| Instigar alguém a suicidar-se ou prestar auxílio para que o faça |
Incitação ao suicídio Art. 122 do CP |
Detenção, de 1 a 3 anos |
| Dizer que odeia alguém, um grupo ou alguma organização |
Pode recair em crime de calúnia, difamação ou injúria - Arts. 138, 139 e 140 do CP |
Detenção, de 6 meses a 2 anos, e multa |
| Zombar de religiões |
Escárnio por motivo de religião Art. 208 do CP |
Detenção, de 1 mês a 1 ano, ou multa |
| Acessar sites pornográficos |
Favorecimento da prostituição Art. 228 do CP |
Detenção, de 2 a 5 anos |
| Ensinar como fazer "um gato", como burlar mecanismos de segurança ou construir bombas |
Apologia de crime ou criminoso Art. 287 do CP |
Detenção, de 3 a 6 meses, ou multa |
| Incitar violência a pessoas, grupos étnicos, religiosos ou de orientação sexual semelhante |
Incitação ou apologia de crime - Art. 286 e 287 do CP |
Detenção, de 3 a 6 meses, ou multa |
| Dizer que alguém é isso ou aquilo por sua cor de pele |
Preconceito ou discriminação raça-cor-etnia - Art. 20 da lei 7.716/89 |
Reclusão de 1 a 3 anos e multa |
| Ver ou enviar pela internet fotos de crianças nuas |
Pornografia infantil Art. 241 da lei 8.069/90 |
Multa de 3 a 20 salários, aplicando-se o dobro em caso de reincidência |
Fonte: Patrícia Peck Pinheiro Advogados
APOLOGIA AO CRIME
Tragédia evitada: torcedores do Flamengo buscam os do Vasco em 17 de fevereiro, dia de clássico; o confronto, marcado no Orkut, foi impedido pela polícia
Nem sempre há intenções NOCIVAS por trás dos delitos virtuais. Aparentes piadas, como criar no Orkut uma comunidade para celebrar ligações clandestinas de televisão a cabo, podem dar cadeia. Foi o que aconteceu com Michele de Araújo Nogueira, 23 anos, criadora da "Gatonet", que reunia 222 membros quando foi tirada do ar. Tratava-se de apologia ao crime, um dos delitos mais comuns nas redes sociais. O delegado José Mariano de Araújo Filho, da delegacia especializada em delitos praticados por meios eletrônicos do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (DEIC) da Polícia Civil de São Paulo, conta que normalmente são investigados os responsáveis pelos fóruns.
Vale desde incentivo à "gambiarra" na TV a cabo até a exaltação de comportamentos criminosos. "Uma vez pegamos uma comunidade de um time de futebol chamada 'Al-Qaeda'. Eles postaram fotos de montes de cocaína, gente com arma na mão e frases como 'se nós dermos as mãos, quem vai empunhar as armas?'", conta o delegado Mariano. Os torcedores podem nunca ter pego em uma arma, mas fazer apologia ao crime publicamente é ilegal.
Mas muita gente parece não saber disso. "Alguém aí sabe alguma maneira de burlar o detector de lacres (nessas lojas como Renner, C&A etc.)?", pergunta uma pessoa no fórum da comunidade orkutiana "Eu já roubei" . "Diz a lenda que um ímã potente resolve o negócio", responde um anônimo, ensinando como retirar as etiquetas eletrônicas utilizadas por lojas para evitar furtos. As empresas agradecem pelas dicas sobre falhas de segurança.
Um membro da comunidade alerta: "Depois de acender, corre mesmo, porque a explosão é brutal!", antes de ensinar como construir uma bomba caseira
Seja por ingenuidade ou para ver o circo pegar fogo, exemplos de incitação a comportamentos perigosos são infinitos. "Depois de acender corre mesmo, porque a explosão é brutal!", alerta um membro da comunidade "Operações com explosivos", antes de ensinar como construir uma bomba caseira com ingredientes fáceis de obter. Ele deu a receita mesmo após protestos de outros membros do grupo, voltado para profissionais que lidam com explosões. "Algumas pessoas não têm muita noção de seriedade nem consciência e transmitem opiniões irresponsáveis", afirma a psicóloga Luciana Ruffo.
O que vai determinar se um comportamento irresponsável pode ser caracterizado como crime ou não depende da legislação do país onde a pessoa está e as palavras usadas. "Meus direitos constitucionais me permitem postar informações na minha página do Myspace sobre como construir uma bomba", diz Angela Bell, porta-voz do escritório de relações públicas do FBI, o departamento de investigações federais dos Estados Unidos. "Mas o FBI pode me investigar se eu encorajar os visitantes a usar esses dados para ameaçar ou machucar alguém. Seria percebido como ato potencial de terrorismo."
"As etiquetas eletrônicas da C&A e da Leader Magazine foram as mais fáceis de tirar, só puxei com certa intensidade e saiu. A Renner está de parabéns, pois tive de cortar com estilete para tirar "
"Tinha um ímã da minha TV e passei no lacre de um boné na C&A e soltou mole mole "
Comentários postados em comunidade do Orkut
Não raro, conflitos virtuais migram para a vida real, como discussões entre torcidas organizadas de futebol, que começam na internet e são resolvidas na rua. Em setembro de 2006, uma briga entre torcedores do Botafogo e do Fluminense antes de um jogo pela Copa Sul-Americana deixou um morto e dois feridos. Integrantes da torcida Fúria Jovem do Botafogo surpreenderam os rivais da organizada Young Flu quando estes deixavam a sua sede. Na época a polícia investigou comunidades do Orkut, já que uma mensagem no site falava em "invadir o Méier", bairro da Young Flu. Dias depois, mensagens marcando revanche apareciam na comunidade "Brigas de Torcidas Organizadas", já tirada do ar.
Os orkuteiros membros de organizadas têm outra versão da história, "revisionista". "Confrontos entre organizadas em sites de relacionamentos não passam de lendas!", disse um. "Quando tem algo assim, é coisa de moleques, crianças e fakes (perfis falsos)", disse outro. Para completar, não podia faltar intimidação: "Estamos espalhados por todo o País! Jamais acabarão conosco, imprensa maldita!". Fiz o favor de corrigir os erros de ortografia dos torcedores.
Até comunidades do tipo "Eu odeio o fulano", na qual todo mundo posta por brincadeira, podem esbarrar na ilegalidade. "Dependendo do contexto, pode recair em crime de calúnia, difamação ou injúria", diz Patricia Peck, advogada especialista em direito digital. E alerta: mesmo quem não comenta na comunidade, mas é membro dela, pode ser responsabilizado por eventuais atos ilícitos. "É o princípio do 'quem cala consente'", diz Patricia.
DISTÚRBIOS ALIMENTARES
Fome anônima: na internet, garotas com distúrbios alimentares encontram incentivo de outras que passam pelo mesmo problema - geralmente para mantê-lo
Apologia à anorexia e bulimia pode não ser contra a lei. Mas, diferentemente do que defendem suas adeptas, quase nunca é apenas a defesa de um estilo de vida. Segundo um estudo da ONG Seu Abrigo, dirigida pela psicóloga Ana Helena Soares, da Fundação Fiocruz, sites sobre distúrbios podem estimulá-los. Os autores dessas páginas (66% são meninas entre 13 e 17 anos) ensinam dietas e táticas e dão dicas de como disfarçar a doença para a família e amigos. "Os espaços contêm materiais que personificam, glorificam e endeusam a doença, incluindo cartas, orações e credos. Essas estratégias de absorção do grupo geram um efeito de desresponsabilização do doente", afirma o documento.
Não é difícil entender por que a apologia a esses distúrbios alimentares pode influenciar meninas suscetíveis. Em uma comunidade do Orkut dedicada ao tema, a moderadora lista os "mandamentos de uma ana" ("ana" e "mia" são apelidos carinhosos para anorexia e bulimia): "Olhe no espelho e diga a você mesma que está gorda. Você nunca estará magra demais. Fique de olho nas calorias. Se puder, nem coma, só quando estiver fraca demais e achar que não vai agüentar. Mas lembre-se: comer é para os fracos". Os efeitos dessas frases sobre uma jovem com problemas de auto-estima ou tendências a comportamentos destrutivos podem ser devastadores.
As meninas freqüentam os blogs umas das outras e deixam comentários de incentivo, congratulando a amiga pelo "sucesso" de não comer
Muitos desses blogs viram uma espécie de terapia coletiva. As meninas freqüentam os sites umas das outras e deixam comentários de incentivo, às vezes congratulando a amiga no "sucesso" em não comer. Algumas poucas aconselham a procurar tratamento. As autoras alternam "posts" ora triunfantes com a resistência à comida, ora em tom de desespero e alerta. "Eu não posso mais continuar assim. Imagino alguém me encontrando numa poça de sangue e vômito... morta. Minhas pernas estão fracas e é possível escutar o tlééc dos ossos. Preciso parar de vomitar, essa mutilação precisa acabar. Espero que isso ajude quem vem aqui a não cometer o mesmo erro que eu cometi...", escreveu a blogueira chamada Aninha.
"Meninas, me ajudem, não consigo emagrecer", escrevi no site de discussão Inforum. Várias mensagens de outras meninas seguiram-se à minha, com o mesmo teor. "Parem de vomitar, vocês estão acabando com a vida de vocês com esse negócio de querer ficar magra", alertou outra.
Vanessa Costa, 21 anos, é uma das poucas meninas a se identificar. Ela, que sofre transtornos alimentares desde os 13, criou seu blog há cerca de um ano, inspirada por outras blogueiras. "Não conheço nenhuma delas pessoalmente nem mesmo seus nomes verdadeiros. Elas se escondem. Eu não me escondo", diz. Hoje, grávida de três meses, Vanessa está em processo de recuperação, seguindo uma dieta balanceada. E prefere falar sobre outros assuntos em sua página.
"Tenho medo do que algumas meninas escrevem e não vejo saída pra algumas delas senão morrer numa maca de hospital. Algumas deixam comentários falando que querem perder dois quilos pra uma festa e perguntam como fazem pra ter anorexia. Elas não têm noção da triste realidade que nós já passamos", afirma Vanessa. "Acredito que esses blogs deviam ser censurados. Essas meninas nunca irão se curar se tiverem apoio de outras."
Em novembro do ano passado, a Microsoft retirou do ar quatro blogs espanhóis hospedados no serviço Windows Live Spaces que faziam apologia a transtornos alimentares, mesmo sem uma ordem judicial, atitude rara. Algumas pessoas podem encarar isso como censura, mas, na época, o responsável pelos serviços Hotmail, Messenger e Spaces da Microsoft na Espanha, Jaime Esteban, declarou que os blogs infringiam as normas de uso dos serviços.
FIM DE PAPO
As causas para a disseminação de conteúdo "do mal" são claras: anonimato, facilidade para encontrar semelhantes e potencialização da interação social. Já as saídas para esse problema variam de acordo com o especialista. "O combate ao racismo, por exemplo, deve envolver leis, educação, políticas públicas e ação da polícia", diz a antropóloga Adriana Dias. Para Félix Ximenez, do Google, a solução passa pelo incentivo à denúncia de abusos. O aprimoramento do trabalho policial é o caminho apontado pelo delegado José Mariano de Araújo Filho: "Não há crime que não possa ser rastreado pela rede", diz. "Contamos com programas para recuperação de dados deletados", afirma Sérgio Kobayashi, diretor do Núcleo de Informática do Instituto de Criminalística de São Paulo. O órgão, que recebe cerca de 300 casos de exames periciais por mês, analisa conteúdo de sites, de discos rígidos de computadores e mensagens. "Em todas as ocasiões, esses laudos são peças fundamentais na comprovação do crime cometido", diz.
"Creio que é preciso estar atento ao que se passa nas redes", diz o psiquiatra Benilton Bezerra Junior. "Para a maioria dos usuários, a internet dá acesso não controlado a um universo que é muito mais amplo, complexo e intrigante do que eles são capazes de avaliar. Aumentam exponencialmente os efeitos benéficos dessas redes, mas em compensação explodem os usos condenáveis", afirma. Cabe aos responsáveis acompanhar o que se passa nesse universo. "A internet não é um quintal ou a rua em frente de casa. Pode ser perigosa para quem ainda não tem maturidade para avaliar seus atrativos e riscos."
"Há um grande debate em torno da censura", diz o psicólogo Will Reader. "Alguns membros do parlamento britânico sugeriram proibir sites como os de apologia a anorexia. Mas isso envolve liberdade de expressão: quem decide quais sites devem ser banidos?", questiona. Reader concorda que o monitoramento dos pais é fundamental. "Fazemos a mesma coisa no mundo real, restringindo os locais onde as crianças podem ir", diz.
Para o psiquiatra Benilton Junior, as interações sociais mediadas pelo computador se tornam mais complexas com as crescentes possibilidades de produção e distribuição de conteúdo, que já está deixando os computadores e chegando a celulares e TVs. "Isso terá um impacto enorme no nosso cotidiano - para o bem e para o mal." Se é que já não está tendo.
Fonte: Revista Galileu
Toda empresa tem seus funcionários inconvenientes, é difícil encontrar uma que não tenha. A consultora de etiqueta profissional, Rosana Fa, autora do livro "Postura Profissional: Comportamento pode pesar mais que desempenho", da editora Qualitymark, resume a "chatice" no dia-a-dia corporativo em um termo: invasão de espaço.
Via de regra, as pessoas não maltratam o inconveniente, mas se afastam ou evitam uma relação mais profunda. O motivo é a dificuldade de lidar com ele. Como, afinal, comunicar a alguém que está se sentindo incomodado com suas atitudes e manias?
Quem são eles?
Alguns comportamentos incomodam os colegas, causando dispersão no dia-a-dia. Ainda mais quando no ambiente de trabalho não há salas separadas. Falar demais, falar alto ou passar o dia fazendo brincadeiras e contando piadas são exemplos. Cultivar o bom humor é essencial nos dias de hoje e uma atitude valorizada nas empresas. Mas o que os gestores esperam é que a pessoa enxergue a rotina de trabalho com leveza, sem desespero e estresse. Ou seja, ninguém quer que o profissional se transforme em um piadista.
Existem ainda os "bitolados", aqueles que, com pouca vida social, vivem apenas o universo da organização e, por isso, não medem esforços para atingir melhores resultados. Eles telefonam para os outros no fim de semana, ou mesmo durante a semana após o expediente, e exigem que todos tenham a mesma disponibilidade de tempo para se dedicar ao trabalho. Respeitar o horário de trabalho é uma premissa da etiqueta profissional.
"Quem se preocupa demasiadamente com o trabalho corre o risco de se tornar um 'chato de galocha'. No final, ninguém quer se aproximar dele", garante a sócia-diretora da Vox Solutions, empresa do CLIV Solution Group, Angela Mota Sardelli.
Além disso, essas pessoas que apenas vivem para a empresa correm o risco de se tornarem inquietas e ansiosas. "Quem nunca conviveu com um colega que não parava quieto, andava para lá e para cá, o tempo inteiro, ou ficava agitado e falava muito?", pergunta Rosana.
Amigos íntimos?
Outro tipo de inconveniente é aquele que faz perguntas íntimas. "Ele acredita que é super amigo dos colegas e pergunta sobre o relacionamento deles, a situação financeira...", lembra a especialista em postura profissional.
Mostrar intimidade onde não há a completos desconhecidos é igualmente ruim. "É muito comum em São Paulo - não posso dizer que aconteça com freqüência em outros estados - os profissionais conhecerem uma pessoa e, depois de alguns poucos minutos, já começar a chamá-la por um apelido. No esforço de mostrar carisma, eles acabam parecendo falsos". Pior ainda é falar pegando no braço da pessoa ou no ombro. "Muita gente não gosta de ser tocada", garante Rosana.
Necessidade de afirmação
Os profissionais que não deixam ninguém terminar de falar e vira e mexe estão interrompendo os outros também são considerados desagradáveis. "Geralmente, são pessoas que não gostam de ouvir, acham que o que têm para falar é mais importante, ou querem aparecer mais do que os outros para a chefia. Em uma reunião, elas se esforçam para mostrar competência e não deixam ninguém falar ou ficam completando o raciocínio dos colegas. Esse tipo de atitude gera conflitos, brigas dramáticas", conta a especialista, com base em sua experiência.
Quem também está com os dias contados é aquele funcionário estressado, que, quando fica nervoso, todos percebem. Ele chama atenção dos membros da equipe na frente de todo mundo, não mede as palavras nem os gestos. "Hoje em dia há processo para tudo e as pessoas que não tomam cuidado podem ser acusadas de assédio moral. Por isso, temos que buscar agir de forma educada".
Paquera longe da empresa
Por fim, flertes fora de hora também são "péssimos", nas palavras de Rosana. "Atualmente, não são apenas os homens que 'cantam' colegas de trabalho, as mulheres também. Recomendo à vítima fingir que não entendeu, ser simpática e agir como se tivesse sido uma brincadeira. Se o 'chato' insistir, fale da namorada ou esposa, mesmo que não tenha. Em último caso, fale sério e diga que está se sentindo incomodado".
Para evitar ser desagradável, a questão é ter bom senso. "O problema é que as pessoas que incomodam geralmente não percebem". Lidar com os colegas inconvenientes, por sua vez, não é tão difícil quanto parece. O conselho é ser sincero com certa medida. "Sempre que expor o defeito de alguém, coloque como se fosse uma limitação sua primeiro, para não magoar. Por exemplo, você tem um colega de trabalho que fala alto demais. Nesse caso, diga que tem grande dificuldade de se concentrar e ajudaria se ele diminuísse o tom de voz".
Fonte: InfoMoney
Dançarinas compraram casa de strip-tease dos proprietários para servir de sede.
Garotas trabalham com escalas e usufruem de escritório.
Lilah Mayhem confere sua escala no escritório antes de subir ao palco na casa de strip-tease Lusty Lady (Dama da Luxúria, numa tradução livre), em São Francisco, na Califórnia, nos EUA. O trabalho para a equipe variada de dançarinas da casa não acaba quando elas deixam o palco. Em um ato inédito, as strippers se juntaram e compraram a casa dos proprietários para passar a trabalhar em regime de cooperativa. (Foto: Reuters/Erin Siegal)
Lilah Mayhem dança no palco da casa de strip-tease Lusty Lady em São Francisco. (Foto: Reuters/Erin Siegal)
Fonte: G1
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Joilma Kalliandra gastou R$ 5 mil em roupas para usar durante o confinamento. Estudante de direito, ela enfrentou críticas e foi deixada pelo namorado.
Entre os milhares de candidatos a uma das 14 vagas da oitava edição do “Big Brother Brasil”, uma piauiense sonhou alto –e caro- demais. Joilma Kalliandra Ribeiro de Alencar, prestes a completar 23 anos, estudante de direito, achou que valia a pena arriscar tudo por um lugar ao sol na beira da piscina do “BBB”.
Gastou os R$ 2 mil que tinha na poupança, fez um empréstimo de outros R$ 10 mil, saiu de biquíni na principal avenida de Teresina, posou para um ensaio fotográfico, apenas de lingerie, no meio de um shopping. E ainda por cima perdeu o namorado.
Não, ela não está entre os 14 confinados do reality show. “Foi uma pena mesmo não terem me chamado. Eu tinha me inscrito uma vez antes, mas sabia que não tinha chance. Agora, me achava mais preparada, estou mais madura.”
Decidida a entrar no programa, a estudante desenvolveu uma tática: “Chamar a atenção da produção para mim”. O primeiro passo foi enviar o vídeo para a TV Globo, no qual ela afirmava que o “BBB” precisava de uma piauiense. “As pessoas têm uma visão muito negativa do Piauí, acham que aqui só tem miséria, seca e corrupção. E nunca tivemos direito de responder a isso, todo mundo aqui quer mudar essa imagem”, discursa.
Os próximos passos foram mais ousados: “Fiz uma matéria com a TV daqui do Piauí, de biquíni, na principal avenida de Teresina. Eles queriam mostrar que eu era uma mulher de parar o trânsito. E parou mesmo [risos]. Resolvi, então, fazer umas fotos de lingerie no shopping, com todo mundo olhando.” Constrangimento? Nem pensar! “Eu queria muito entrar no ‘BBB’, não poderia ter vergonha de me mostrar”, conclui.
R$ 5 mil em roupas
Para bancar tudo isso, mais o processo de ‘embelezamento’ que decidiu fazer, Joilma torrou os R$ 2 mil que tinha na poupança, guardados para sua formatura, e fez a mãe pegar um empréstimo no banco de mais R$ 10 mil.
“Agora não vou mais me formar, porque acabei gastando todo o dinheiro”, se conforma. Ela planejava também fazer cursinho para prestar o exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), sonho que ficou para trás.
“Comecei a me arrumar, fiz clareamento nos dentes, tirei o aparelho. Gastei em vídeos, fotos, publicidade. Só o meu cabelo, que eu tingi e pus megahair, foi quase R$ 2 mil.” A estudante, que não trabalha, conseguiu diminuir R$ 5 mil da dívida, ao devolver roupas e sapatos que havia comprado para usar dentro da casa. “Eu estava muito confiante.”
Ou ele ou eu
Joilma namorava e pretendia ficar noiva em fevereiro. “Íamos nos casar depois da minha formatura, no meio do ano. Ele me apoiava, mas não agüentou a pressão, não gostava de ver minhas fotos. Me disse: ‘Você está pensando 100% no ‘BBB’, não pensa mais em mim’.”
Além do namorado, a moça teve de enfrentar também críticas de advogados, que não viram com bons olhos a superexposição da estudante. “Noventa e oito por cento da população estava me apoiando, estava acreditando que eu ia para o ‘BBB’. Mas muitas pessoas do meio do Direito diziam que as minhas fotos eram incompatíveis com a minha profissão.”
Apesar de estar a um semestre de se formar advogada, Joilma diz que seu grande sonho sempre foi ser atriz. “Meu pai nunca deixou. Ao invés de me colocar no teatro, ele me levava para a natação. Nunca tive chance”, lamenta. E depois de tanto passear pela cidade de biquíni, a moça já recebeu convites para fazer “ensaios sensuais”, mas não aceitou nenhum.
“BBB” na TV
A estudante assistiu à estréia do “Big Brother Brasil”, na última terça-feira (8), e disse que ficou “tristérrima”. Mas aproveitou para criticar sua conterrânea, Gyselle. “Eu a conheço muito bem. Em Teresina é difícil não conhecer as pessoas, principalmente as que se expõem mais. Ontem [terça-feira] ela se transformou, depois que entrou na casa. Estava na dela, santinha, tranqüila, mas o perfil dela é o oposto”, disparou.
E se arrependimento matasse... Joilma continuaria vivinha da silva. “Ah, se tiver ‘BBB9’ eu vou [me inscrever de novo], com certeza! Só não sei se vou fazer uma campanha como essa, de novo. Agora estou negativa, gastei um dinheiro que eu nem tinha”.
Fonte: G1 - Fotos: Divulgação
CES 2008 tem alguns acessórios de utilidade e gosto duvidosos. Exaustor para fumaça de cigarro e jaqueta com aquecedor estão na lista.
Nos seus quatro dias de duração, a feira de eletrônicos CES 2008 apresentou diversos produtos que fizeram a alegria dos fãs de tecnologia (
confira aqui). Mas também não faltaram no evento - que termina nesta quinta-feira (10), em Las Vegas - acessórios de utilidade e gosto duvidosos. Entre eles, um aparelho que promete acabar com o mau cheiro nos sapatos, um exaustor para fumaça de cigarro e uma jaqueta com sistema de aquecimento.
Conheça esses acessórios curiosos

Seus problemas acabaram! Uma empresa japonesa apresentou na CES 2008 um aparelho que promete remover bactérias do sapato e, conseqüentemente, o mau cheiro que fica nos calçados. Tudo isso, explicam os exibidores, graças a um sistema que libera ozônio. Por US$ 80 (Foto: Juliana Carpanez/G1)
O exaustor para fumantes chupa toda a fumaça que sai do cigarro. Depois, diz o fabricante, um sistema iônico faz com que o cheiro desapareça. Custa US$ 40. Já a imagem à direita mostra um equipamento de ginástica que simula os movimentos do cavalo – a idéia é fazer abdominais sem muito esforço. Para manter a forma assim, é preciso desembolsar US$ 600 (Foto: Juliana Carpanez / G1)
Na CES 2008, comida japonesa armazena dados: cada pen drive tem 1 GB e custa US$ 60. Teclados também ganham estampa e strass dá um toque Las Vegas aos eletrônicos (Foto: Juliana Carpanez / G1)
Capas para alto falantes de iPod também entram no clima Las Vegas, onde é realizada a CES 2008. Orelha de porquinho determina o volume do iPod: direita aumenta, esquerda diminui (Foto: Juliana Carpanez / G1)
Pinturas ou fotos escondem os aparelhos de TV. Usuário deve fornecer à empresa o tamanho do aparelho, escolher a moldura e também a imagem que deve ser exibida. Preços, que não incluem a TV, vão de US$ 2,7 mil a US$ 10 mil. A jaqueta, por sua vez, tem um sistema de aquecimento (Foto: Juliana Carpanez / G1)

Agora chegou a pior parte: curar a maldita ressaca. Para isso, é preciso programar uma desintoxicação. Durante a bebedeira, o aparelho digestivo teve muito trabalho extra. O estômago precisou fabricar mais suco gástrico; o fígado mais bile, além de ter que neutralizar as toxinas presentes pelo álcool. O intestino necessitou produzir mais suco entérico e ainda ficou com o trânsito mais lento.
Antes de começar a desintoxicação, vá até uma feirinha mais próxima. É lá que você encontrará os remédios naturais: verduras, frutas e legumes. Além de mais fácil digestão, os vegetais vão prover o organismo de vitaminas que auxiliarão no funcionamento dos rins e do fígado, os principais órgãos responsáveis pela desintoxicação. Inclua, também, muito líquido: água de coco (contém potássio) e sucos de frutas frescas.
A água é importante nesse processo. Ela repõe os líquidos perdidos e auxilia na remoção das toxinas acumuladas. As fibras solúveis, como o farelo de aveia ou trigo, arroz integral ou pão integral.
Evite carne vermelha (para não sobrecarregar fígado), queijos, molhos e frituras. Elimine ainda os alimentos industrializados, embutidos e enlatados, como salsichas, presunto, biscoitos, entre outros.
Suco anti-ressaca
Maçã: 1 unidade média descascada
Cenoura: ½ unidade descascada
Aipo (ou salsão): 1 talo pequeno
Laranja : suco de 1 unidade
Preparo: pique a maçã, a cenoura e o aipo e bata no liquidificador com o suco de laranja ou a água de coco. Beba em seguida. Use de 2 a 3 copos neste dia.
Fonte: nutricionista Maribel Melos
Dicas:
Veja também:
Pecado nº 1: Não colocar os gastos no papel
Essa é a primeira recomendação de nove entre dez consultores financeiros: se você não anota o quanto gasta, não tem como saber exatamente para onde está indo seu dinheiro. Comece do jeito que achar mais fácil: separe um caderno e escreva tudo o que gastar diariamente. Se preferir, organize tudo numa planilha no computador. O importante é não deixar passar nenhuma compra sem registro. Depois, será mais fácil analisar onde é possível cortar gastos e definir prioridades.
Pecado nº 2: Não conferir o extrato bancário
Entregar todo o dinheiro nas mãos do banco e nem acompanhar o que anda acontecendo com ele não é atitude de quem dá valor ao que ganha. Para o professor e consultor financeiro Rafael Paschoarelli, entender exatamente quais são as tarifas que o banco desconta da sua conta é fundamental. "Confira. Se não entender a cobrança, questione. Se não ficar satisfeito, ligue no Banco Central ou no Procon", diz.
Pecado nº 3: Não fazer planos com antecedência
Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, um passo importante para evitar gastos desnecessários é planejar e sonhar com as realizações financeiras muito antes de acontecerem. "É importante conversar sobre os sonhos a dois, em família, e fazer metas e contas a longo prazo", diz. A recomendação serve para viagens, por exemplo. Roteiros de última hora em geral elevam as despesas com hospedagem e passagens. Olhe o calendário já em janeiro e analise as possíveis datas para viajar em 2008. A prática evita também as compras por impulso de coisas que não seriam prioridade. "Se você perder entre cinco e dez minutos por semana planejando seus gastos, já vai sentir mudanças", diz o consultor da IGF, Alexandre Lignos.
Pecado nº 4: Não reservar dinheiro para as contas anuais
IPTU, IPVA, material escolar, seguro do carro: não deixe as despesas cobradas fielmente todos os anos pegarem você de surpresa e deixarem um rombo nas suas contas. "Não vá empurrando para depois ver como que faz", diz o consultor Alexandre Lignos, da IGF. Já que são inevitáveis, vale deixar reservado um dinheiro para essas despesas: dá para conseguir descontos no pagamento à vista e, com o dinheiro na mão, negociar preços melhores.
Pecado nº 5: Não dar valor às moedinhas
"Posso devolver R$ 0,10 em balinhas"? Da próxima vez que você escutar essa pergunta em um supermercado ou qualquer boa casa do ramo, seja enfático: diga não. Para o consultor Rafael Paschoarelli, valorizar seus centavos pode garantir alguns reais a mais para as pequenas despesas. Se tiver dúvidas, faça um teste: em vez de deixá-las espalhadas por aí, junte todas as moedinhas que receber de troco em um cofrinho e veja o quanto terá até dezembro do ano que vem.
Pecado nº 6 : Comprar sem pechinchar
Faça uma meta para 2008: a de nunca mais comprar nada pelo preço anunciado. Depois de pesquisar o melhor preço para o produto que você deseja, negocie com o vendedor e bata o pé: ou compre por menos, ou não compre. "As lojas esperam que você peça um desconto, está embutido no preço. Claro que isso não vale para um saco de feijão, mas pechinchar faz toda a diferença", diz o professor Rafael Paschoarelli.
Pecado nº 7: Fazer mau uso do cartão de crédito
Usado de maneira inteligente, o cartão de crédito pode ser um aliado; o problema é quando os gastos saem do controle. A facilidade para fazer compras com o cartão acabam levando à armadilha de dividir tudo em parcelas e comprometer grande parte da renda por meses. "Parcele somente o inevitável: se sua geladeira quebrou e você precisa de outra rápido, talvez. Agora, para uma TV de plasma, é bem melhor juntar o dinheiro", diz o professor Rafael Paschoarelli.
Fonte: G1
Um Papai Noel em uma loja de departamentos na Austrália disse nesta quarta-feira que foi demitido por ter dito "ho ho ho" e cantado canções de Natal a crianças.
A companhia de emprego Westaff, que supre lojas com velhinhos de barba branca e roupa vermelha, orientou seus papais noéis a dizer "ha ha ha", porque a palavra "ho", que é uma gíria americana para prostituta, poderia ofender as mulheres.
No último incidente, o jornal Cairns Post afirmou que John Oakes, 70 anos, foi despedido na segunda-feira por falar "ho ho ho" e cantar a música natalina Jingle Bells .
"Eles estão tentando matar o espírito de Natal", afirmou Oakes, um humorista aposentado que foi Papai Noel por três anos.
O porta-voz da Westaff, Bert Jansz, declarou ao jornal que o empregado foi demitido por sua atitude, não por seu "ho ho ho". Segundo Jansz, os Papais Noéis da empresa não foram proibidos de usar a típica risada natalina.
Fonte: Terra
Bombeiros foram chamados para um socorro inusitado, em Manchester, no Reino Unido: retirar uma argola de metal do pênis de um homem, segundo o jornal Metro.
O homem, que não teve o nome divulgado, foi levado para o Hospital Royal Wigan, na Grande Manchester, onde os médicos temeram ter que amputar o pênis da vítima em função do corte de irrigação sangüínea.
Diante da dificuldade dos médicos em solucionar o problema, os bombeiros foram chamados ao hospital. Com a ajuda de um pequeno amolador, eles removeram a argola.
O homem, que tem cerca de 40 anos, recebeu anestesia para que fosse feita a remoção. Além disso, uma fina folha metálica foi colocada em torno de seu pênis para protegê-lo durante a operação, que levou cerca de 20 minutos.
Fonte: Terra